Praça da Bandeira, nº 170. Mangabeiras, BH/MG
Ao envelhecer, você tem sentido cada vez mais dificuldade para caminhar?
Sente peso, dormência ou fraqueza nas pernas a cada passo e precisa se inclinar para frente para aliviar o desconforto?
Saiba que nada disso é normal. Esses são sinais de uma condição chamada estenose do canal vertebral — uma doença que estreita o espaço por onde passam os nervos da coluna, causando dor, formigamento e limitação dos movimentos.
A boa notícia é que hoje é possível tratar e reverter esses sintomas com a técnica de endoscopia da coluna, um procedimento minimamente invasivo, rápido e seguro, inclusive para idosos.
Dr. Tácito Mourão é neurocirurgião pioneiro no Brasil em endoscopia de coluna biportal, técnica avançada para o tratamento da estenose do canal vertebral.
Membro titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN) e com formação internacional no Nanoori Gangnam Hospital, em Seul, referência mundial em cirurgia endoscópica da coluna.
Através de uma pequena cânula é introduzido o endoscópio de coluna.
O endoscópio possibilita enxergar claramente os nervos e liberar o espaço ao redor deles sem necessidade de cortes grandes.
Menor dor, menor risco de complicações e alta geralmente no dia seguinte, devolvendo qualidade de vida e independência.
Você sentado está bem, mas percebe que ao se levantar e andar vai surgindo uma sensação esquisita na perna. Você continua a andar e suas pernas parecem falhar – e você sabe que se continuar vai acabar ficando fraco e pode cair.
Então você se senta, os sintomas melhoram, sente que está bem novamente e tenta se levantar. Anda mais alguns metros e a sensação de fraqueza volta. Isso pode ser um sintoma conhecido como claudicação neurogênica.
E por que isso acontece?
É importante entender que todos os nervos que controlam as pernas passam por um pequeno canal dentro da coluna, chamado canal vertebral.
Quando esse canal se estreita, os nervos ficam comprimidos, dificultando a passagem dos impulsos que movimentam as pernas e controlam a sensibilidade.
Com o envelhecimento, é natural que ocorram alterações na coluna.
Ossos e ligamentos, em uma tentativa de se fortalecerem, acabam crescendo e se espessando — algo parecido com o que acontece com os músculos quando são muito exercitados.
O problema é que, quando esse crescimento acontece para dentro do canal da coluna, onde passam os nervos que vão para as pernas, esses nervos podem ficar comprimidos.
Essa compressão causa sintomas de mau funcionamento, como dor, queimação, peso ou fraqueza em uma ou nas duas pernas ao caminhar.
A estenose do canal vertebral é uma doença da coluna que afeta principalmente idosos, pois leva décadas para se desenvolver.
Muitas vezes, a pessoa já teve episódios de dor nas costas que melhoraram espontaneamente. Mas agora, é diferente: o que mais incomoda não é a dor nas costas, e sim a sensação de peso nas pernas e a dificuldade para andar.
Com o tempo, a doença tende a piorar. A pessoa que antes caminhava longas distâncias passa a percorrer cada vez menos até que, nos casos mais avançados, sente os sintomas até mesmo ao ficar em pé, quando as pernas começam a falhar. Isso ocorre porque o espaço para os nervos vai se estreitando progressivamente.
Curvar o corpo para frente costuma aliviar os sintomas — por isso muitos pacientes se sentem melhor ao empurrar um carrinho de supermercado. Essa postura inclinada, frequentemente vista como algo natural do envelhecimento, pode na verdade ser um sinal de estenose do canal vertebral e indicar que a doença está causando sofrimento e limitação.
E o que pode ser feito para melhorar essa doença?
O primeiro passo é passar por uma avaliação com um médico especialista em coluna, que vai determinar o nível de gravidade e o grau de comprometimento dos nervos.
Nos casos leves, o tratamento costuma ser fisioterápico, com foco em correção postural e fortalecimento da musculatura lombar para estabilizar os sintomas — além do uso de medicações analgésicas e neuromoduladoras.
Já nos casos moderados ou graves, o tratamento cirúrgico passa a ser o mais indicado.
E é natural que, ao ouvir “cirurgia de coluna”, surjam dúvidas, medos e opiniões de pessoas próximas que, mesmo querendo ajudar, podem trazer informações equivocadas por não conhecerem as técnicas modernas disponíveis.
O objetivo da cirurgia é descomprimir os nervos dentro da coluna, liberando o espaço para que voltem a funcionar normalmente.
Tradicionalmente, isso era feito por meio de cortes maiores e afastamento da musculatura, o que levava a um processo de recuperação mais lento e doloroso.
A cirurgia aberta é eficaz para aliviar os sintomas da estenose do canal vertebral, mas, por ser um procedimento mais extenso, pode gerar complicações, dor durante a recuperação e maior perda sanguínea.
Além disso, os idosos, principais acometidos pela doença, costumam apresentar fragilidade e outras comorbidades, o que aumenta os riscos.
Felizmente, houve grande avanço tecnológico no tratamento dessa doença.
Com o desenvolvimento da cirurgia endoscópica da coluna, tornou-se possível realizar a mesma descompressão dos nervos através de cortes de apenas alguns milímetros, sem remoção muscular e com mínima agressão aos tecidos.
Nessa técnica, é introduzida uma câmera de alta resolução, que permite ao cirurgião, com instrumentos delicados e precisos, retirar o excesso de osso e ligamentos que comprimem os nervos — sem necessidade de cortes grandes nem parafusos.
O resultado é um procedimento com menos sangramento, sem necessidade de UTI, e alta até mesmo no mesmo dia, com recuperação muito mais rápida e segura, especialmente para pacientes idosos, devolvendo qualidade de vida e independência.
“O Dr. Tácito foi uma verdadeira bênção na vida da minha mãe, que acabou de fazer uma cirurgia no nervo ciático aos 74 anos.
Mesmo com a idade, tudo ocorreu da forma mais tranquila possível.
Um médico competente, humano e seguro no que faz. Recomendamos de olhos fechados!”
“Não há palavras para descrever nossa gratidão.
Meu pai, Sebastião, sofria há 36 anos e finalmente encontrou no Dr. Tácito a solução que esperávamos.
Foi atendido com pontualidade, empatia e explicações claras.
A cirurgia transformou sua vida — hoje ele tem qualidade de vida e esperança novamente.”
Consulta de 1 hora dedicada inteiramente ao paciente
Avaliação clínica, neurológica e da coluna feita de forma detalhada
Análise minuciosa de todos os exames de imagem
Plano de tratamento personalizado, clínico ou cirúrgico
Cirurgia indicada apenas quando necessária, com técnicas menos agressivas
Suporte e acompanhamento contínuos, com contato imediato se necessário